A Cruz da JMJ
Para se entender a História das jornadas mundiais da juventude, é preciso primeiro entender a história da Cruz que acompanha todas as jornadas.
A Cruz da JMJ
Para se entender a História das jornadas mundiais da juventude, é preciso primeiro entender a história da Cruz que acompanha todas as jornadas.
Missa do Galo é o nome dado em países católicos à missa celebrada depois do jantar da Véspera de Natal que começa à meia noite de 24 para 25 de Dezembro.
Seu nome consagra a lenda segundo a qual à meia-noite do dia 24 de dezembro um galo teria cantado, anunciando a vinda do Messias. Outra origem da expressão é citada em o De onde vem as palavras, de Deonísio da Silva (Editora A Girafa): como o fato de a Missa de Natal normalmente terminar muito tarde "quando as pessoas voltavam para casa, os galos já estavam cantando".
Na Missa do Galo já todas as velas do Advento se encontram acesas e canta-se o cântico de Glória. Dada a sua importância, o próprio papa faz questão de rezá-la. Para ir na Missa do Galo não precisa comprar ingressos, No vaticano ela ocorre na frente do Vaticano.
Tradicionalmente, depois da missa, as famílias voltam para casa, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, distribuem os presentes e compartilham a Ceia de Natal.
A missa do galo é celebrada, em Roma, desde o século V, na Basílica de Santa Maria Maior.
"Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar"
A Irmã Dorothy Stang foi assassinada, com sete tiros, aos 73 anos de idade, no dia 12 de fevereiro de 2005, às sete horas e trinta minutos da manhã, em uma estrada de terra de difícil acesso, a 53 quilômetros da sede do município de Anapu, no Estado do Pará, Brasil.
O estudo da Escatologia individual diz respeito aos acontecimentos que afetarão cada indivíduo no fim de sua jornada terrestre. São eles: Morte, Juízo Particular, Purgatório, Inferno e Céu. E a Escatologia coletiva trata dos acontecimentos relacionado com o fim dos tempos, a saber: Parousia (2a. vinda de Cristo), Ressurreição da Carne, Juízo Final ou Universal e os "Novos Céus e Nova Terra".
A MORTE é onde se dá a separação entre o corpo e a alma. Deus não é o autor da morte. Foi o homem que, usando mal a liberdade que Deus lhe deu, pecou, e ao pecar, permitiu que a morte entrasse no mundo.
O JUÍZO PARTICULAR ocorre imediatamente após a morte, e define se a alma vai para o Céu, inferno ou purgatório. Não há uma ação violenta de Deus, mas simplesmente a alma terá nítida consciência do que foi sua vida terrestre, e assim, se sentirá irresistivelmente impelida para junto de Deus (Céu), ou para longe da presença de Deus (Inferno) ou ainda para um estágio de purificação (Purgatório).
O PURGATÓRIO é o estado em que as almas dos fiéis que morrem no amor a Deus, mas ainda com tendências pecaminosas, se libertam delas através de uma purificação do seu amor. Ou seja, são almas justificadas, mas que ainda precisam ser santificadas. O Purgatório fortalecerá o amor de Deus no íntimo da pessoa, a fim de expurgar as más tendências. Todas as almas do Purgatório, posteriormente, irão para o Céu.
O INFERNO é um estado de total infelicidade. É viver eternamente sem Deus, sem amar, sem ser amado. A alma percebe que Deus é o Bem Maior, mas sua livre vontade o rejeita e sabe que estará para sempre incompatibilizada com Deus. Isso gera um imenso vazio na alma que passa a odiar a Deus e às suas criaturas. Só vai para o inferno quem faz uma recusa a Deus consciente, livre e voluntária.
O CÉU não é um lugar acima das nuvens, mas sim, um estado de total Felicidade capaz de realizar todas as aspirações do ser humano. No Céu participamos da Vida de Deus. E quanto maior for o amor que a pessoa desenvolveu neste mundo, mais penetrante será a participação na Vida de Deus. Assim, no Céu todos são felizes, mas em graus variados, pois cada um é correspondido na medida exata do seu amor. Deus é Amor, amor que se dá a conhecer a quem ama. Não há monotonia no Céu, mas sim, uma intensa atividade de Conhecer e Amar.
Vale aqui o registro de que o Limbo seria o "local" eterno onde ficariam as crianças que morrem sem o Batismo. Não teriam a visão sobrenatural de Deus, mas uma visão natural mais perfeita do que temos. No entanto, o Limbo sempre foi uma suposição e jamais foi um artigo de fé. Ao invés disso, tais crianças são confiadas pela Igreja à misericórdia de Deus, que acreditamos ter um caminho de salvação própria a elas.
Fonte: Vocacionados Menores
Exorcista assegura que Satanás existe mas não tem "chifres, nem asas, nem cauda"
O sacerdote e exorcista espanhol José Fortea recomendou que os fiéis tenham medo de pecar, recordou que Satanás existe embora não tenha "chifres, nem asas nem cauda" e animou os fiéis a procurarem um sacerdote ante a suspeita de uma possessão.
Em une entrevista concedida ao jornal 'El Tiempo' durante sua visita à Colômbia, o sacerdote explicou que "o demônio não tem corpo, não tem cor, nenhuma forma visual, nem chifres, nem asas, nem cauda. É uma entidade imaterial, invisível", e esclareceu que em vez de ter medo dele, "devemos ter medo de pecar, de ofender a Deus".
"Acreditar em Deus supõe acreditar no que Ele disse. E Ele falou sobre a existência do demônio e advertiu, ao final do Pai Nosso: 'livrai-nos do mal', que se pode traduzir como 'livrai-nos do maligno'", assinalou.
O sacerdote admite que nunca viu um demônio mas está seguro de sua existência e assegura ter sentido a presença do mal. "Não me tocaram nem fizeram coisas comigo. Nisso atuei como um cientista; mesmo levando hábito religioso, não estou desprovido da razão. Vi muitos possuídos ao longo de minha vida, existem fenômenos que não são enfermidades mentais e que se liberaram com exorcismos. Não se pode curar um esquizofrênico com um exorcismo", explicou.
"Certo número de vezes, estando sozinho em minha casa ou em outros lugares, senti uma presença maligna. E eu não sou nada sugestionável. E mentiria se não reconhecesse que senti essa presença maligna de um modo intenso e poderoso. Eu tinha um gato e vi como se escondia atrás das cortinas, olhando para um ponto concreto do ar; não é normal que um gato se esconda, trema e olhe para um ponto concreto", acrescentou.
Do mesmo modo, esclareceu que "embora costumamos falar do demônio, em realidade há muitos demônios, cada um distinto, mas há um que é o chefe de todos os demônios, o mais poderoso: Satanás".
O Padre Fortea assinalou que "todos aqueles que vão ao espiritismo, à bruxaria e, pior ainda, ao satanismo, correm o risco de ser possuídos. Essa é a lei geral, mas existem casos que não se explicam por que ocorrem, mesmo que não tenham recorrido a essas práticas".
"Quando um possuído recebe o exorcismo, passa um tempo razoável até ser liberado. Requer-se um número de sessões. O demônio resiste, porque sabe que está condenado a sair", acrescentou e recordou que sempre houve poucos casos de possessão e poucos exorcistas.
O sacerdote explica que não se sente "especialmente perseguido, mas a razão me diz que o demônio, dado que existe, tem algumas contas pendentes comigo".
Fonte: ACI
Há cerca de dois anos, a juventude começou a conhecer um material que se tornaria “febre” entre os grupos de jovens e pessoas interessadas em conhecer um pouco mais sobre a trajetória do Jesus histórico. As capas dos fascículos da série Um Tal Jesus – A Boa Notícia Contada aos Povos da América Latina, com um Cristo sorridente e queimado de sol, chamado carinhosamente de Moreno, chamava atenção.O Catecismo da Igreja Católica ensina:
“Chamamos de sacramentais os sinais sagrados instituidos pela Igreja, cujo objetivo é preparar os homens para receber o fruto dos Sacramentos e santificar as diferentes circunstâncias da vida. Entre os sacramentais, ocupam lugar as bençãos. Compreendem ao mesmo tempo o louvor a Deus por suas obras e seus dons e a intercessão da Igreja, a fim de que os homens possam fazer uso dos dons de Deus segundo o espírito do Evangelho.” (1677 e 1678)
O objetivo dos sacramentais é consagrar toda a vida do homem a Deus e também o seu ambiente de vida, para que ele esteja livre dos perigos e voltado sempre para Deus, livrando-se sempre dos pecados.
Os sacramentais são sinais sagrados, de dois tipos: objetos (medalhas, crucifixos, rosários, escapulários…), e orações, presentes nas bençãos (alimentos, oficinas, casas, carros, imagens, máquinas, campos, doentes…), nas consagrações (igreja, altar, cálice, Abade, Virgem, criança após o Batismo, esposa, esposo…) e nos exorcismos.
O número dos sacramentais é muito grande; à medida que se diversificam as situações da vida moderna, a Igreja também diversifica e aumenta as suas orações; pois nada é profano na vida do homem. Diz o Sacrossantum Concilium que “quase não há uso honesto de coisas materiais que não possa ser dirigido à finalidade de santificar o homem e louvar a Deus.” (SC, 61).
Sacramentais, diferentes dos Sacramentos!
A eficácia santificadora dos sacramentais é diferente dos sacramentos. Ela tem a sua força na oração da Igreja e das disposições da pessoa que recebe ou utiliza o sacramental. Esta eficácia é chamada de ex opere operantis Ecclesiae, depende da fé e da devoção do ministro e do fiel. Nos Sacramentos é diferente, sua eficácia (realização)ão de Cristo independe da santidade dos ministros e do fiel, pois é ação de Cristo (ex opere operato).
Não se pode exagerar o valor do sacramental, como se fosse um rito mágico ou um amuleto, superstição ou fanatismo. Por outro lado, não se pode desprezar o seu valor, pois o Concílio Vaticano II reafirmou o seu valor e a sua necessidade.
O homem é o representante de Deus no mundo, e deve dominá-lo pela técnica e pelo trabalho. Os sacramentais; quando a Igreja não os dá ao povo, este corre o sério risco de buscar as superstições, amuletos, benzedeiras, etc.
Fonte: Trocando Idéias