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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

PAPO JOVEM : Quando Jesus nasceu pra você?

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Quando Jesus nasceu pra você?

Perguntamos a Francisco de Assis, quando Jesus nasceu?
Ele nos responderá: -Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor.

Perguntemos a Pedro quando se deu o nascimento de Jesus:
Ele nos responderá: - Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifas,  na noite em que o galo cantou pela terceira vez,  no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência  para a verdadeira vida.

Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus:
Ele nos responderá: - Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: 'Saulo, Saulo porque me persegue?'. E na cegueira passei a enxergar um mundo novo  quando eu lhe disse: '- Senhor, o que queres que eu faça?!'

Perguntemos a Joana de Cusa onde e quando nasceu Jesus:
E ela nos responderá: - Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar: '-Negue! Negue!'. E o soldado com a tocha acesa dizendo: '-Este teu Cristo ensinou-lhe apenas a morrer?'. Foi neste instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer:  '- Não me ensinou só isso, Jesus ensinou-me também a amá-lo.'

Perguntemos a Tomé quando nasceu Jesus:
Ele nos responderá: - Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida.'

Perguntemos a Willian Corradi quando Jesus nasceu:
Em um encontro chamado EJC , que Jesus nasceu na minha vida. Eu só conhecia Jesus por nome e via a religião como apenas uma tradição em meio a nossa cultura, mesmo sendo batizado e crismado. Três dias inesquecíveis onde eu nasci de novo e Jesus nasceu em mim.

Perguntemos a Douglas Lorencini quando Jesus nasceu:
Jesus nasceu pra mim no instante em que eu nasci, quando minha mãe me concedeu e me dedicou a Cristo a ser filho e servo do Senhor. Minha mãe quando estava grávida de mim passou por uma dificuldade que ela fez uma promessa a N. Sra. Aparecida que se eu nascese bem ela dedicaria a mim para a santa  Pois bem, eu nasci saudável e muito bem, tanto que minha mãe rezou e orou para a santa que ela fez, até pode se dizer um milagre, de eu nascer bem no dia de N. Sra. Aparecida, 12/10. Nesse dia Jesus nasceu em mim pois eu sou fruto de N. Sra. Aparecida juntamente com minha mãe, então Jesus vive e reina em mim desde o instante que nasci.
Perguntemos  a Leonardo de Souza Ribeiro, quando nasceu Jesus:
Jesus nasceu pra mim muito antes do que eu podia imaginar ou existir! Foi e é um presente de Deus para mim e para todos nós! Acredito também que, por toda sua história e pelo exemplo de ser humano que foi e que é, Deus nos deu de presente a ele! Ou seja, acredito que nós é quem nascemos pra Cristo! Para adorá-lo e exaltá-lo de todas as formas... Poderia contar muitos casos da minha vida em que pude ver esse nascimento de Cristo! Jesus nasceu e nasce pra mim a cada vitória, em cada derrota, em cada sorriso, em cada sofrimento, em cada pessoa, em cada olhar, em cada música, em cada silêncio...em cada momento da minha, das nossas vidas e em cada sentimento! Queria eu ser um poeta para escolher as palavras certas ao falar de Jesus.

Perguntemos a Paula Nunes,quando nasceu Jesus: 
Ele nasce pra mim constantemente a cada vez que percebo a presença dEle em cada pessoa... Em cada sorriso de uma criança, em cada arrependimento .

Perguntemos a Antônio Sérgio da Conceição Filho, quando nasceu Jesus:
Venho de uma família muito católica de muitos padres, freiras e bispo Dom João Batista Cavati. Sempre fui à igreja incentivado pelos meus pais e avós, fiz catequese, perseverança, primeira eucaristia e fui crismado, na comunidade que participava em Vila Capixaba, Cariacica – ES, comecei a frequentar o grupo de oração, fiz a experiência de oração e quando estava me apegando ao grupo tive que interromper minha caminhada por causa dos estudos pois os horários não batiam. Fiquei quase dois anos sem voltar ao grupo, quando voltei não tinha aquela energia positiva que tinha antes então o abandonei. Estudava de segunda a sexta e nos finais de semanas vinha para Guarapari onde tenho casa, fiz colegas e posso dizer dois amigos, mas sentia que faltava algo em mim, daí fui convidado a participar de um encontrão de um grupo de jovens que teria sem pensar aceitei na hora! Fui com alguns colegas durante os três dias de encontro aquilo estava procurando começou a aparecer, depois daquele encontro comecei a participar firme daquele grupo de jovens, onde fui feliz por um tempo. Mas continuava faltando algo em mim que me tocasse de verdade, foi quando em setembro desse ano tudo começou a mudar, por incrível que pareça foi numa festa, mas uma festa qualquer e sim no FRJ – Festa do Rei Jesus. Neste momento Jesus nasceu para mim, me mostrando que era aquilo que eu queria ter Jesus na minha vida, logo depois disso veio ENJ – Encontro Nacional de Jovens, onde conheci as pessoas que procura em minha vida uma família unida o GONJ (CEFAS), que me receberam de braços abertos daí realmente pude dizer agora Jesus nasceu pra mim.

Dia 25 de Dezembro será o aniversário de Jesus e daremos a ele essa homenagem, exemplos de seu nascimento e contamos com você nesse pacote especial pra ser esse laço e mostrar ao mundo que Jesus nasceu, quando Jesus nasceu pra você?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ENTREVISTA: As lições de José Alencar

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As lições de José Alencar
Entrevista com o vice-presidente da República


"A humildade não está na pobreza,
não está na indigência, na penúria,
na necessidade, na nudez e nem na fome"



Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual se submete.

Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável?
Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público. Ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem, público com cargo eletivo, não se pertence.

O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar?
Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.

Como a doença alterou a sua rotina?
Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza e Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, Márcio e Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum.

O senhor não passa por momentos de angústia?
Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.

O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?
A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.

É penoso para o senhor praticar a humildade?
Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.

Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?
Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.

O senhor tem medo da morte?
Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena, até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.

Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?
Abraçaria minha esposa, Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".

terça-feira, 26 de outubro de 2010

TESTEMUNHO: Susan Boyle revela que a fé católica de sua mãe salvou-a do aborto

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testemunho

Susan Boyle revela que a fé católica de sua mãe salvou-a do aborto

Em sua nova autobiografia, a cantora Susan Boyle revelou que está viva graças à fé católica de sua mãe, que se negou a submeter-se a um aborto quando os médicos disseram que sua filha podia nascer com sérias complicações físicas.

Conforme recolhe o site ReligionenLibertad.com, no livro "The Woman I Was Born To Be" Boyle sustenta que os médicos recomendaram o aborto "à sua mãe Bridget Boyle, que tinha outros oito filhos, porque temiam que houvesse complicações físicas (…) Sua mãe rejeitou o conselho como 'impensável' dado que ela era 'uma católica devota'".

"Susan Boyle nasceu de emergência por cesárea. Os médicos não felicitaram Bridget com um 'felicidades, tem você uma bebê preciosa', mas sim, explica a biografia, assumiram uma atitude desdenhosa para a pequena Susan, suspeitando que pudesse ter tido dano cerebral devido a uma falta de oxigênio", indica o livro.

Disseram a Bridget Boyle que aceitasse "que a menina não alcançaria muito na vida".

"Estou segura que eles tinham a melhores intenções, mas não acredito que eles deveriam ter dito isso, porque ninguém pode predizer o futuro. O que eles não sabiam era que eu sou uma pessoa lutadora, e toda minha vida estive tentando provar que estavam equivocados", afirma Susan no livro.

Aos 49 anos de idade, Susan Boyle se converteu em fonte de inspiração para milhões de pessoas em todo mundo quando em abril de 2009 se destacou no concurso "BritainŽs Got Talent". Recentemente cantou diante do Papa Bento XVI em Glasgow. Seu primeiro álbum vendeu nove milhões de cópias em seis semanas e foi o mais vendido do ano na Grã-Bretanha.

Fonte: ACI

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

TESTEMUNHO

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testemunho

Bebê que havia sido dado por morto desperta graças às carícias de sua mãe

ppjamieoggJamie Ogg é um milagre para os australianos. Ele nasceu antes aos sete meses de gestação e era tão frágil que os médicos o deram por morto e o entregaram a sua mãe para o primeiro e último abraço. Duas horas depois, enquanto ainda recebia as carícias maternas, o pequeno começou a dar sinais de vida.

Kate e David Ogg só dão graças a Deus por sua milagrosa história. Kate deu a luz a seus gêmeos Emily e Jamie às 27 semanas de gravidez. A menina sobreviveu sem maiores complicações, mas os médicos acreditavam que o menino não tinha chance de sobreviver.

Durante 20 minutos buscaram que o bebê respirasse por conta própria e como não obtiveram resultado o declararam morto e entregaram o corpo a Kate e David para uma despedida privada.

"O médico me perguntou depois do parto se já tínhamos escolhido o nome para nosso filho. Eu lhe disse: 'Jamie', ele deu a volta com meu filho envolvido e me disse: ' nós perdemos Jamie, sinto muito'", recorda Kate em uma entrevista televisiva.

Depois de duas horas de estar com sua mãe, quem não deixou de falar com ele e acariciá-lo, Jamie começou a dar sinais de vida. Embora uma enfermeira dissera a Kate que se tratava de um reflexo, ela ofereceu-lhe leite materno com o dedo, e depois desse contato, o menino começou a respirar com regularidade para o assombro de todos.

"Jamie não se movia em absoluto e eu comecei a falar com ele. Dissemos-lhe qual era seu nome e que ele tinha uma irmã. Dissemos-lhe as coisas que queríamos fazer com ele durante toda sua vida", assegura Kate recordando os momentos em que acreditou haver perdido o seu bebê.

Quando começou a mover-se "pensei 'Oh, meu Deus, o que está acontecendo? '. Pouco tempo depois ele abriu os olhos. Foi um milagre", acrescenta Kate.

"Eu disse à minha mãe, que estava ali, que ele ainda estava vivo. Logo ele estendeu a mão e agarrou o dedo. Abriu os olhos e moveu sua cabeça de lado a lado", acrescenta sustentando Jamie que agora tem cinco meses de vida.

David agradece a Deus por sua esposa. "Tenho uma mulher muito forte e muito inteligente. Instintivamente, ela fez o que fez. Se ela não tivesse feito isso, provavelmente Jamie não estaria aqui". 

Fonte: ACI

sábado, 24 de julho de 2010

TESTEMUNHO

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Testemunhamos  este grande homem de Deus




Tarcísio Gonçalves Pereira, nasceu a 09 de outubro de 1961, no bairro de Biguá, município de Delfim Moreira (MG). Em janeiro de 1982, ingressou no Seminário do Sagrado Coração de Jesus, em Lavras (MG). Ordenou-se sacerdote em dezembro de 1990, na Paróquia Nossa Senhora da Soledade, em Itajubá (MG).

Desde jovem ele se destacou na liderança na Igreja. Antes de entrar no Seminário, foi animador na Pastoral da Juventude, depois, já religioso, assessor diocesano da Renovação Carismática Católica (RCC), em Pindamonhangaba (SP). Como sacerdote, assessorou a juventude da RCC na região Sul do Brasil e foi orientador espiritual da RCC na Arquidiocese de Florianópolis.

Padre Léo foi pregador de retiros, encontros e concentrações em todo o Brasil. Autor de vários livros, entre os quais estão “Tocar o Senhor” (1990), “Servir no Espírito” (1993), “Cura Interior” (1994), “Seja Feliz Todos os Dias” (1998), “Rezando a Vida” (2001) e “Viver com HIV” (2001).

Em 2006, foram lançadas duas novas obras “Gotas de cura interior” e “Buscai as coisas do alto”. Nessa última, o autor mostra a importância de encontrar o sentido para a nossa existência e de prosseguir no caminho, mesmo em meio à dor. “É no alto que está a nossa meta e é por ela que devemos lutar”, destaca em seu livro.

Trabalho evangelizador

Dando prosseguimento ao seu trabalho evangelizador, fundou em 1995 a Comunidade Bethânia, em São João Batista (SC), da qual era presidente. A comunidade católica tem como objetivo acolher e oferecer tratamento a dependentes químicos, alcoólatras e portadores do vírus HIV, além de menores abandonados, e marginalizados em geral.

Através de acompanhamento espiritual e evangelização, com o auxílio de profissionais das áreas da medicina e psicologia, a Bethânia tem ajudado a recuperar dezenas de jovens e a reintroduzí-los na sociedade. Hoje, além de São João Batista, a comunidade tem casas em Curitiba, Foz do Iguaçú e Guarapuava.

Em Curitiba, mais de 400 pessoas já passaram pela comunidade, com um alto índice de recuperação. O período mínimo de permanência na casa é de cinco meses. Muitas, após a recuperação, se “consagram” na comunidade, ou seja, se tornam membros permanentes da Bethânia, trabalhando na recuperação de outros pacientes. Devido a sua atividade na cidade, em 2001 recebeu o Título de Cidadão Honorário de Curitiba.

Renovação Carismática

Padre Léo entrou na Renovação Carismática em 1973 e na Comunidade Canção Nova participou de momentos importantes. Apresentou diversos programas na TV Canção Nova, como “Tenda do Senhor” e “Feliz a Cada dia”, bem como foi locutor na Rádio, no programa “Cantando a Vida”. Além disso, reuniu no Rincão do Meu Senhor e no Centro de Evangelização Dom João Hipólito de Moraes em Cachoeira Paulista milhares de pessoas que participaram de suas palestras.

Última pregação do padre Léo na Canção Nova

A última pregação do padre Léo na Canção Nova foi no ‘Hosana Brasil 2006’: “Buscai as coisas do alto”. Confira trechos da pregação:

"Quer ser feliz? Busque as coisas do Alto. Esta é a grande palavra que Deus trouxe ao meu coração neste tempo. A doença me tirou tudo: não consigo mais andar sozinho, não enxergo direito. Estou cego do olho direito e vejo apenas cerca de 40% com o olho esquerdo.

Mas veio ao meu coração: "Ai de mim se eu não evangelizar" (1 Coríntios 9,16b). Se dependesse da minha vontade, eu estaria em todos os eventos que estavam previstos na minha agenda para este ano. Mas não depende de mim. Apesar disso, há coisas que eu posso fazer.


Fonte: Cançao Nova

quarta-feira, 23 de junho de 2010

TESTEMUNHO,

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Testemunhe as obras do Senhor



“Eis que tudo é obra do Senhor, duas e três vezes para com homem.” Jó 33,29

Você já testemunhou Jesus em sua vida? Ainda não? Então está na hora de testemunhar as maravilhas de Deus. Para você que acha que seu testemunho deve ter bastante sofrimento em seu contexto está muito, mas muito enganado, não é necessário sair do fundo do poço para  evangelizar testemunhando sua história.

Certa vez, eu enquanto refletia sobre isso, ficava me auto-questionando: será que eu tenho que viver essas coisas tristes pra a partir da superação delas dar testemunho da vitória? E o constrangimento de todo mundo saber, será que vão me entender como de fato eu considero a situação como obra de Deus? Foram muitas as perguntas que passavam por minha cabeça, e a maior era: será que é verdade esses testemunhos que eu vejo e escuto?

E nessa época eu estava em cima do muro, não conhecia a Igreja Católica que hoje eu conheço e sirvo, estava visitando algumas igrejas evangélicas, onde tive a oportunidade de presenciar muitos Testemunhos. Mas um me chamou a atenção e respondeu todas minhas dúvidas. Um homem foi lá na frente no altar da igreja e deu seu testemunho, mas espera!! Ele não falou que sofreu... sofreu e depois encontrou Jesus, como seria normal nos testemunhos!

“Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos” 2 Coríntios 1,9

Ele disse quanto é grande sua gratidão a Deus, pois em sua vida, desde pequeno foi criado e educado dentro das leis de Deus e sua igreja, teve uma ótima educação, viveu a castidade na juventude e hoje é casado e tem dois filhos perfeitos e uma família  que serve a Deus e o louva todos os dias, e por fim agradeceu pela sua vida, seu casamento que completa dois anos, abençoado por Jesus.

Eu gostei muito desse testemunho e o único até hoje que não escutei, nenhum sofrimento, nenhum pedido de piedade, simplesmente perfeito.

Não vim até aqui pedir um basta nos testemunhos, onde existe dor, sofrimento e etc, nunca  e jamais faria isso, mas venho pedir pra que testemunhem também sua Vitória, por mais simples e singela que seja.

Amém, o amor de Cristo e Maria estejam conosco, hoje e sempre.


                             

                             Will Corradi
Grupo de Jovens MOJOCCO - Com. São Sebastião - Coroado
Pastoral da Juventude - Matriz Nossa Senhora da Conceição

quarta-feira, 26 de maio de 2010

TESTEMUNHO

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Historia de Adrian: de ateu a Católico

Adrian cresceu ateu e passou a sua vida de jovem argumentando contra a fé cristã. Depois de anos tendo "medo de aprender algo que ele não podia aceitar", Adrian sentiu que precisava encontrar esse "algo" que estava faltando em sua vida.

Em Maio de 2009, Adrian viu um comercial CatholicsComeHome.org. Enquanto observava o "comercial" Epic, ele sentiu como se Deus estivesse o chamando pessoalmente na casa dele.


"A linha mais poderosa que atingiu  me" Adrian disse-nos. " Nós somos católicos. Bem-vindo a casa." "Senti algo quente, reconfortante, e poderoso. Eu senti como se Deus tivesse me guiado para este comercial. "


Depois de assistir ao comercial, Adrian visitou CatholicsComeHome.org e começou a aprender mais sobre a fé católica. Certo o bastante, Adrian encontrou-se descobrindo a verdade que ele estava procurando. "A história foi provar para mim que a Igreja Católica foi a única fé verdadeira."


Na Páscoa de 2010, Adrian, juntamente com sua esposa e filhos, recebeu os sacramentos e se tornaram membros de pleno direito de um Cristo, santo da Igreja Católica em seu Estado de origem do Colorado.


"Meses atrás, eu era um ateu tentando converter as pessoas para fora da fé", admite Adriano. "Hoje eu voltei para a Igreja, e agora estou aprendendo apologética e defender a fé!"

Tradução: Gabriel Pinheiro (em Google Translator)

TESTEMUNHO

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História de vida de Tony Melendez



José Antonio Meléndez Rodríguez (Rivas, 09 de janeiro de 1962), mais conhecido como Tony Melendez tem uma história de vida muito comovente. Guitarrista, compositor e cantor Nicaraguense, famoso por sua habilidade de tocar violão com os pés, nasceu sem os braços por causa da ingestão do medicamento talidomida por sua mãe durante a gravidez.


Tony é o segundo de quatro filhos que formaram a casa de José Angel Melendez Escoto (San Salvador, El Salvador 1939, Los Angeles Ca 1984) e Sara María Rodríguez (Rivas Nic. 1943), nasceu sem braços devido à devastação da medicação prescrita por um médico da ordem de sua mãe durante a gravidez. A droga Talidomida deve aliviar os efeitos da náusea na primeira metade da gravidez, mas os seus efeitos deixaram conseqüências graves, a droga ocasionou deformidade em milhares de crianças, que nasceram sem braços, sem pés ou sem o pênis.

Devido às más condições de saúde que existiam na América Central na década de sessenta, a família decidiu se mudar para Meléndez, E.U.A.. Por muitos anos a família teve que se adaptar a um modo de viver com limitações de determinados materiais. Mas, com raízes profundas e espirituais.

Tony jogou futebol (soccer) em chinês High School, não tinha limitações durante os seus estudos, e odiava os braços artificiais, que, durante algum tempo, acabou em uma lixeira. Hoje ele é casado e tem dois filhos, que são a sua maior inspiração.

Foi seu pai quem lhe deu aulas de violão, em primeiro lugar. A velha guitarra espanhola, que pertencia a seu pai, é um dos seus mais preciosos tesouros. Deus te abençoe.

Ainda hoje, nos Estados Unidos, reside na cidade de Branson, MO, carregando uma movimentada agenda de shows, palestras motivacionais que têm sido acompanhadas pela escrita de um livro: "A Gift Of Hope" ("Um presente de esperança "), escrito em inglês, agora traduzido para o castelhano.

É famosa a interpretação da juventude em 6000 Universal Amphitheater Los Angeles 15 setembro 1987, para o Papa João Paulo II. Depois que Tony terminou de cantar a música-tema "Nunca seja o mesmo", O Papa, de repente saltou do palco e caminhou até a plataforma onde ele estava, beijou e felicitou-o.

As palavras do Papa foram: "Tony, você é realmente um homem corajoso, jovem. Está dando esperança a todos nós. Meu desejo para você é que continue dando esperança a todos os povos."

Ele também escreveu um livro chamado "Não me diga que você não faz."

terça-feira, 18 de maio de 2010

PAPO JOVEM

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Crônica da misericórdia



Sabe aqueles meninos engomadinhos que nunca estão com o cabelo despenteado ou com a roupa amassada, que usam os óculos de grau apoiados nas grandes orelhas de abano? Eu fui um menino assim. Lá no ABC, Adolescentes em Busca de Cristo, um grupo que eu participei até os 16 anos, a galera me chamava de Telemar, segundo eles era porque eu tinha dois orelhões. A minha maior diversão nessa época era frequentar o ABC, ir em retiros com o grupo, encontros dominicais, passeios, festas da comunidade, lanches compartilhados. Na escola me achavam maior bobão por isso, todo mundo me chamava de santinho, só umas meninas que achavam legal eu ser de igreja. Era essa a expressão que elas usavam, “Bruno é de igreja”, nunca entendi bem essa posse que me concediam. Eu era de igreja para elas e achava estranho ser definido dessa forma.
Passei no vestibular e fui morar em Niterói. Lá esqueci tudo que vivi no ABC e conheci situações que jamais pensei que fosse viver. Fiquei deslumbrado, o sucesso me subiu à cabeça, me sentia confiante pela independência precoce que adquiri. Fui às festas na faculdade, me relacionei com pessoas que pensava serem minhas amigas, conheci o sexo desregrado com mulheres que sequer conhecia, o consumo de drogas e bebidas era corriqueiro; no meio onde freqüentava todo esse comportamento era banal e estimulado pelos meus pseudo-amigos, não havia respeito entre nenhum de nós.
Depois de 5 anos de faculdade, retornei à casa dos meus pais. Transformei-me num cara arrogante, prepotente, esnobe e meus amigos do ABC eram uns grandes idiotas, todos eles.
***********************************************************************
Nem eu entendia porque eu passava a maior parte do meu tempo pensando na Flávia, minha antiga amiga do ABC, ela era simpática comigo, mesmo eu não sendo com ela, quando nos encontrávamos casualmente nas ruas da cidade. Acabei sendo vítima de um sentimento que acomete os fracos, a paixão. Achei que valeria a pena investir naquela conquista e mudei o meu comportamento, mas só com ela. Na frente dela. Fui um sujeito dissimulado movido por um interesse pessoal.
Ela me dava muita atenção e sempre me dizia as palavras certas nos momentos oportunos, parecia que ela conhecia a realidade que eu vivia. Sem eu perceber, aos poucos ela foi me induzindo a falar verdades espontâneas e por vezes eu me arrependia daquilo, por vergonha e medo do julgamento dela, mas, ela me envolvia de tal forma que a minha mera tentativa de seduzi-la se transformou em aprendizado. Era evidente que eu estava aos poucos voltando a ser o garoto dos tempos do ABC, só que agora eu tinha barba.
A Flávia tentava me convencer que eu poderia me curar, ela me apresentava as armadilhas do inimigo que ela mesmo já tinha sido vítima, ela me surpreendeu. Contou-me sobre como ela usava o poder de Deus para curar traumas, mágoas e tristezas do passado, e eu não conseguia admitir que minha mágoa era comigo, não me perdoava por eu ter sido, sumariamente falando, um bosta.
Houve um momento que abri meu coração para Flávia, ela me passava confiança e as palavras dela confortavam o meu machucado coração.
Você acha que Deus pode me amar ainda que eu não seja uma pessoa perfeita e tenha andado muito mais pro lado do tal inimigo? Será que Deus é capaz de perdoar o que eu fiz ontem?
Claro que sim, Bruno, a cada dia as misericórdias se renovam, basta que você se arrependa de coração. Deus sabe das nossas limitações. Até os apóstolos tinham recaídas, Pedro renegou três vezes, Tomé falou que só acreditava vendo e o que dizer de Paulo que perseguia e matava cristãos. Mesmo assim Deus perdoou todos. Deus ama o pecador, Ele nunca te abandonará, confie Nele.
Eu só acreditei naquelas palavras porque elas foram ditas pela Flávia, que era uma pessoa importante para mim, eu nunca esqueci o que aprendi com ela. Se um dia o inimigo me apresentou o pecado do mundo, Deus me mandou a Flávia. Eu ainda não alcancei a minha redenção, mas eu confio na ação de Deus na minha vida. Confio no amor que Ele concede a mim.
Bruno Ferraz, 25 anos, ex- ABC, amado por Deus.

Leilaine Chagas
Encontro de Jovens com Cristo - Paróquia São Pedro
Grupo de Jovens JUEC - Matriz São Pedro

sábado, 15 de maio de 2010

TESTEMUNHO

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Irmã Themis - De Evangélica a Católica

Veja o testemunho dessa mulher que encontrou a verdadeira Igreja de Jesus Cristo atravez do amor de Maria:

sábado, 3 de abril de 2010

TESTEMUNHO

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'Minha filha Yasmin foi curada de um diagnóstico irreversível para a Medicina'




A minha gravidez apesar de não ter sido planejada foi bem aceita, pois, como a maioria das mulheres, sempre quis ser mãe. Na última ultrassonografia, faltando apenas duas semanas para a Yasmin nascer, foi detectada uma mancha no cérebro dela, mas que não era nada demais, apenas para ser observado assim que ela nascesse. Minha filha nasceu linda, com 2,9 quilos.

"Antes de Yasmin nascer, foi detectada uma mancha no cérebro dela", conta a mãe

Logo que fui levada para o quarto, ela ainda não estava lá, pois foi levada à radiografia para ver se confirmava a mancha que foi detectada no cérebro . Mas nada foi detectado. Passei meu resguardo em Guarapari (ES), na casa do meu irmão.

Yasmin era tranquila, só sabia mamar e dormir, mas depois do primeiro mês de vida começaram a aparecer os problemas. Ela ainda era muito molinha e chorava muito, de 10 horas da noite até às 5 da madrugada. Eu sem saber o que fazer ficava desesperada. Levava ela ao médico e me diziam ser pirraça da Yasmin. Mas como uma criança de dois meses poderia fazer pirraça? Por ser mãe de primeira viagem eu ficava sem saber o que fazer e o tempo foi passando.

Yasmin chorava muito, sempre nervosa e não evoluía como as outras crianças na idade dela. Era muito mole para 4 meses. Levei em outro médico em Vitória (ES) e ele indicou uma neuro, apenas para tirar qualquer dúvida. Isso era janeiro de 2008. Na madrugada do domingo de Páscoa daquele ano foi o meu grande susto. Como Yasmin dormia comigo, deitei por volta de meia-noite e ela já estava dormindo tranquilamente. Por volta das 3 horas da madrugada acordei com ela se debatendo. Estava tendo convulsão.

Eu fiquei totalmente sem reação. Ela ficou em convulsão por mais de 20 minutos. Ao chegar no hospital, os dois médicos de plantão foram chamados e percebi o desespero deles. Aí comecei a perceber que era grave o estado dela. Simplesmente não sabia o que fazer. Pedi muito a Deus que se tivesse que levar alguém que fosse eu e não ela. Assim que eles estabilizaram ela, fomos transferidas de ambulância para outro hospital. Na ambulância no meu colo ela dormia como anjinho e aí me dei conta que quase a perdi. Comecei a chorar muito e pedi muito a Deus para que isso não acontecesse.

No hospital foi constatado febre alta, de 40ºC e por isso ela entrou em convulsão. Mas os médicos não entendiam porque ela ficou tanto tempo em convulsão. Finalmente levei ela a neurologista e ela pediu uma
bateria de exames. Foi quando veio o diagnóstico: Leucomalácia Periventricular: morte dos neurônios da parte motora e da fala. Diagnóstico irreversível para a medicina.

Logo começou a correria para fisioterapia, tentar vaga na APAE, e vários médicos cada um na sua especialidade. Na primeira sessão da fisioterapia, a médica me chamou e disse:

- Você sabe que ela vai depender de você para o resto da vida né? E que provavelmente não irá andar.

"Os exames agora mostram que Yasmim não possui mais nada. Caso raro na Medicina"

Sozinha chorava muito e não entendia como uma criança poderia sofrer assim. Pedi por várias vezes para Deus tirar a minha vida, mas salvar a minha filha. Em uma das sessões de fisioterapia, fiquei sabendo sobre a equoterapia. Assim Yasmin começou suas atividades, Fisio, Fono, Equo, natação e sempre muitos exames e médicos.

Sofri no emprego, pois muitas vezes tinha que me ausentar e acompanhar a Yasmin e eles não entendiam. Mas por misericórdia de Deus não fui mandada embora, pois eu precisava do plano de saúde e do emprego, já que eu a sustentava sozinha, contando apenas com a ajuda da minha família às vezes.

O tempo foi passando e Yasmin começou a ter evoluções, sentando, rolando, segurando a mamadeira sozinha. Que vitórias. A cada uma delas comemorava. Em dezembro de 2008, de férias fui passear em Minas Gerais na casa do meu pai. Yasmin teve uma pneumonia. A mais séria do ano (já era a terceira). O médico disse que por causa da lesão a defesa imunológica dela é baixa e com isso ela fica doente com mais freqüência.

Em abril, me batizei na Igreja Adventista do 7º dia, pelo amor verdadeiro que tenho ao nosso Pai e desde então apesar de tudo, sempre estou aos pés Dele. No templo Dele, as bênçãos continuaram a vir. Em junho de férias em casa, vi minha filha andar sozinha pela primeira vez. Na hora ajoelhei dei um abraço nela e chorei de alegria e agradecimento a Deus por mais essa vitória.

Os médicos sempre diziam que era por causa dos tratamentos. Eu concordo em parte, pois se não fosse Deus, tenho certeza que tratamento nenhum curaria minha filha. Cada dia mais sapeca, esperta, falante, ela tem evoluído muito bem, até para espanto dos médicos.

Em dezembro de 2009, ela fez mais um exame, para ver como estava sua atividade cerebral. Para a surpresa da médica e para a confirmação minha Yasmin não tinha mais nada. Deus curou a minha filha! Quando todos e tudo mostrava o contrário, Ele em sua misericórdia e amor curou minha pequena. Eu não mereço essa grande benção, mas ele me deu.

Ouvi de outro médico, ortopedista que a acompanha:
 Ela é um caso raro da medicina
.É da medicina pode ser, mas para Deus não.


Fonte: Agazeta/Milagres

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

TESTEMUNHO

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Testemunho de conversão do ex-pastor Francisco Araújo para a Igreja Católica


Quem nunca assistiu esse vídeo vale a pena cada segundo, conversão pela Eucaristia.

 

 



domingo, 29 de novembro de 2009

TESTEMUNHO

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TESTEMUNHO: DEUS CURA 
 

Permita-me apresentar. Meu nome é Raphael, tenho 20 anos. Sou estudante de publicidade e membro da Igreja Católica, onde sirvo na Pastoral da Juventude como coordenador do Movimento Juventude Ativa, no Movimento Encontro de Jovens com Cristo e canto numa banda católica, a Tronus. Vou contar um testemunho de um milagre que Deus fez em minha vida, não para merecimento próprio, ou para me promover. Mas para que todos creiam no poder dEle em sua vidas! Para que vocês entendam bem o que aconteceu, vou contando por pequenos capítulos.

A 1ª internação
Sentia muitas dores em Agosto, e por várias vezes julgava ser apenas prisões de ventre (nada que durasse mais que uns três dias.) Porém, tive uma dor muito forte e fui para Vitória, onde fiquei internado por uma noite. O diagnóstico foi de uma infecção gastrointestinal. Passei somente uma noite lá, e tive alta.

A bicicleta
Era início de setembro de 2008 e eu, como fazia todos os dias, voltava de mais um dia cansativo de trabalho montado em minha bicicletinha amarela, também conhecida como CrossFox (rs). Estava pedalando em frente ao Bakoka's, na ciclovia, quando derrepente cai no chão. Do nada. Não me lembro como e porque, mas caí. Fiquei com uma raiva enorme, me condenando pela besteira. Ganhei alguns ralados e uma cicatriz em cima do olho.


O Encontro
Estava trabalhando pela primeira vez no EJC, estava muito feliz. Mas naquela semana comecei a sentir algumas dores na barriga, do lado direito. Fui à uma reunião na casa de Flávia e Frank, e escondi a dor. Na hora de ir embora, fomos de bicicleta, eu e meu amigo Hilcker, e falei com ele da minha preocupação em relação àquelas dores. A semana passou, a sexta chegou, o sábado, e nada de dor. Foram dias maravilhosos e emocionantes. No domingo (era virada de horário de verão) acordei às 5h (na verdade 4h) e fui para o centro de treinamento. Chegando lá o pregador (tio Marquinhos) pediu uma música. Ouvimos e aprendemos ela para depois cantar. Já nos preparavámos para iniciar o encontro, fazíamos uma oração com a presença de Jesus nas hóstias. Começei a tremer. Era algo incontrolável, sentia muito frio e não conseguia parar de tremer. Os tios me viram e me levaram para o hospital, apesar de eu achar que era apenas um frio forte. Sentia naquele momento o afago dos meus amigos de equipe, que estavam muito preocupados com a situação.
Internei no Hospital São Pedro. Tomei um remédio para febre e fiquei no soro por umas duas horas (que pareceram mais um dia inteiro, de tanta ansiedade de voltar para o encontro). E foi isso que aconteceu, baixou a febre e voltei para o encontro. Senti a preocupação da galera, almocei e voltei correndo para um dos momentos mais importantes do encontro. Senti a preocupação também de alguna amigos encontristas que sentiram minha ausência.
A tarde foi passando, o encontro (maravilhoso = XI EJC - Livre Acesso) chegando ao fim e tínhamos que cantar na Missa. A febre voltou, mas fui mesmo assim cantar. Voltei para casa, abaixei a febre. Mas uma semana de trabalho começava, naquela época estava muito estressado, com os diversos compromissos, com a faculdade, com Igreja. Tudo acontecia normalmente, quando voltei a sentir o frio. Fui pra casa, passei mal mais uma vez. E as dores haviam voltado. Parei de trabalhar. Fui à vários médicos, fiz vários exames e nada. Os ultrassons davam possibilidades para uma possível infecção no apêndice.

A internação

Numa tarde de muita dor e febre forte (já chegava à 41°) decidimos ir para Vitória, era dia 23 de Outubro. Fui internado no CIAS e fui para o quarto 134, leito A. Os médicos iniciaram um série de exames e constataram uma inflamação no baço, que normalmente ocorre quando se tem uma queda forte (O.K., obrigado bicicleta!). Iniciaram um tratamento com antiinflamatórios e corticóides, e por várias vezes a febre forte voltava. Com o passar de alguns dias, já entediado pela internação, a febre foi baixando. Era dia 28 e minha mãe faria uma cirurgia para a retirada de um nódulo maligno do seio. Foi um momento muito angustiante, onde toda a família sofreu por dois motivos. Estavam todos divididos em me acompanhar no hospital, visitar minha mãe. Tudo deu certo, graças a DEUS.
Minha mãe foi se recuperando e eu continuando internado, e vários outros exames fui fazendo. Sinal que os médicos desconfiavam de outro motivo. Já recebia nessa época a visita de vários amigos  e parentes. Nenhum dia sequer passei sozinho, sem acompanhantes e visitas. Já recebia a visita da ministra da eucaristia, a Dona Mírian. Foram passando pela enfermaria várias pessoas, com histórias diferentes, com acompanhantes e pessoas. Fui fazendo amizade com os enfermeiros, copeiras, as senhoras da limpeza...
Até que meu intestino parou. Fizemos algumas lavagens com laxantes para a relização de um exame muito chato, a colonoscopia, no qual se visualiza o intestino com uma câmera pelo reto. Fiz o exame, mas a lavagem não obteve muito sucesso, e não chegamos à nenhuma conclusão. Voltei para o quarto.
Foram 15 dias sem ir ao banheiro, de várias tentativas de lavagens, por meio de remédios, fleet enemas, etc. O tal do umanitol era um remédio terrível, Às vezes misturado à litros de água ou suco. Vomitava muito. Amigos e pessoas queridas passavam um grande perrengue. Várias noites sem dormir, já chegava à uma fase em que ficava dias sem comer, ou se comia eram coisas como iogurte e biscoitos de vento. Sentia contrações e dores enormes na barriga, até que ao fim dos quinze dias os médicos decidiram fazer uma colonoscopia emergencial, mesmo com o intestino cheio. Tinha risco, mas fazer o quê?
Começou o exame, tomei numa anestesia geral, e de acordo com que iam entrando pelo intestino com os tubos da câmera, eles íam lavando, até chegar naquilo que estava prendendo tudo. As suspeitas eram de um contraste solidificado, um material que havia tomado para um exame. Mas as suspeitas não se confirmaram. Naquela noite de 18 de novembro foi encontrado um tumor que de tão grande havia obstruído a passagem do intentino.

Solução: cirurgia. De alto risco.


Para se fazer a cirurgia seria necessário meu intestino estar limpo. Ele não estava. Seria retirada uma parte do intestino e tinha ainda a possiblidade de fazer uma colostomia. Nada mais é do interromper o trânsito intestinal para uma saída na barriga. (Não deu pra entender? Então clica aqui.) Aquilo realmente me assustou muito, e fui para o quarto, não consegui dormir tão cedo.
A anemia já estava forte, já havia tomado umas bolsas de sangue. E para a cirurgia foram mais algumas transfusões. Seria após o almoço. Até que chegou a hora,  19 de novembro, coloquei as roupas próprias para a cirugia, toucas e fui saindo de maca da sala. Naquele instante meus pais me acompanhavam, eu olhei pra minha mãe e disse "Mãe, eu não vou ter que usar essa bolsinha!". Ela deu aquele sorriso meio triste, mesmo tentando não demonstrar, mas as chances eram mínimas. Fui para o corredor do Centro cirúgico cantando 'Anjos de Resgate' (aquela... Manda teus anjos... Sobre nós...).
O Anestesista falou que eu iria dormir, mas que eu continuasse cantando.


(...)



Cerca de seis horas depois (hoje imagino o que aqueles que acompanhavam lá fora passaram) eu saí e fui para o Descanso. Havíam sido retirados todo o intestino grosso e o baço. Acordei, estava todo tapado e coberto de remédio. A primeira coisa que fiz foi colocar a mão na barriga. NADA! Só a cicatriz. Agradeci a Deus e esperei os efeitos da anestesia passar e voltei para o quarto. A recuperação foi lenta. Não comi nem bebi nada por uns três dias. Depois começou a dieta líquida. Água de legumes. Depois vieram as papinhas e por fim, a primeira refeição normal num período de 20 dias.

A 2ª Cirurgia

Tudo ia bem na recuperação, quando comecei a sentir muitas dores na região. Foi diagnosticado uma água, onde se proliferou uma colônia de bactérias muito forte. Teria que fazer uma outra cirurgia.
Desta vez não fui tão forte. Chorei. Por alguns momentos desacreditei. E vamos lá de novo para a mesa de cirurgia. Fiquei louco pois estava longe dos meus pais e talvez eles não iriam chegar à tempo. Até que nos último minutos eles chegaram. E fui mais uma vez cantando a mesma música.
Saí bem mais fraco desta segunda. Desta vez com várias sondas, na uretra e uma no nariz.,Esta passava pela minha garganta e ia parar no intestino, onde ficaria sugando todo o suco gástrico por alguns dias. E assim foi. Retirei a sonda e comecei toda a dieta. E nada do intestino funcionar. Começaram a fazer lavagens para ver se funcionava e, graças a DEUS, funcionou alguns dias depois.

O último susto

Já ia me recuperando quando ainda passei por mais um susto! Estava tomando uma bolsa de plasma pois meu sangue estava muito fraco. Era cerca de 2h da madrugada e comecei a ter uma coceira forte, era uma alergia à bolsa. Estava com Tio Zé Carlos naquela noite, e enquanto ele chamava os enfermeiros minha visão foi diminuindo... Minha pressão foi à 2, e sentia uma movimentação forte ao meu redor. Estava passando por um choque anafilático. Neste momento eu senti que corria risco de morte. Abria meus olhos e não enxergava nada. Não sentia mais meu corpo. Ouvia as pessoas gritando por emergência, UTI, etc.
Mais uma vez DEUS mudou minha sorte. Os enfermeiros e médicos (foi uma equipe de cerca de 16 pessoas) me trataram, com muito soro e conseguiram reverter o quadro. Minha visão foi retornando e a pressão aumentando gradativamente. Foi o pior momento. Em casa, meus pais não podiam vir para Vitória, nem poderíam entrar no quarto pelo horário. Foi naquele instante que eles sintonizaram na Canção Nova. Estavam em uma adoração ao vivo. Eles se ajoelharam e rezaram.


No outro dia, passei por mais uma bateria de exames. Apesar do susto, estava tudo bem. As meninas do JÁ! foram me visitar junto com o Padre Zé Carlos e tiveram que esperar a manhã toda tadinhas, quase não me viram.

Este foi o último susto.



Minha recuperação durou cerca de 15 dias, entre a readaptação com a alimentação, evacuação, etc. Os remédios foram retirados e passei ainda por alguns dias de observação, mas no dia 11 de Dezembro me senti livre, voltei para casa. As pessoas que eu tanto amava estavam agora tão próximas... Foi maravilhoso comer a galinha caipira da vovó, voltar a comer aquela saladinha que eu tanto amava... E minha mãe estava tão, tão forte, tão recuperada. Para aqueles que não sabem, foi o segundo câncer dela. O primeiro também foi no intestino.


Companhias
Em nenhum momento desses dias tristes me senti sozinho. Inicialmente, na enfermaria, vários amigos homens ficaram comigo, nas intermináveis noites. Era o abraço carinhoso, os sonhos e projetos que me davam forças. Passaram por lá me acompanhando, além do meu pai,
Meu amigo e irmão Vaguinho, no dia 25/10, dia do DNJ. Me levou a nova camisa do JÁ! Endoidei de felicidade! Meu irmãozão Hilcker (vários finais de semana comigo), meu amigo e vizinho Dalberth, Tio ZéCarlos, pais de Hilcker (cortou meu cabelo várias vezes). Meu
brotherzão Vinícius, o Negão (Em uma oportunidade virou três dias comigo. Uma das piores noite que passei ele me acompanhava). Meu amigo Dyones. Meu primo Klebinho (numa das noites em que tudo se alagou! Era tempo de muita chuva, lembram de Santa Catarina?). Meus tios Carlinhos, Mauro e Dudu. Grande Ederwaldo (Edy Viana. Já que estava tudo parado porque não comer Danette com Ruffles? rsrs). Meu Padrinho Marcelo. Tia Hilda (mãe de Hilcker), Tia Édna, Meu brother Frank, Marialda, Tia Beth e meu mozão, Daiany =] !



Visitas
Foram telefonemas, mensagens de celular, cartas, lembranças, livros e muito apoio de toda Guarapari. Mas a galera que me visitou também fica aquele agradecimento:


Pe. Manoel, Pe. Jocemar, Dyenes, Marcos Kbça, Flavinha, Vivinha, Tia Ângela, Tia Dercy, Maria da Penha, Seu João Osório, Banda Tronus - Thiago, Fernandinho, Bianca, Jordan, Pe. Zé Carlos, Carol, Geici, Simone, Fabiano, Gabriel, Yandra, Lohany, Vovó Lili, Vovó Olinda, Vovô Juju, Tia Rosângela,Tia Gracinha, Marília, João Guilherme, Dona Derly, Giovanna, Filipe, Meryellen e sua mãe, Maria Helena, Professora Gilcéia, Rosângela, Claudinha, Paulinha, Leandro, Gersinho, Marcela e Otávio, Jéssey, Joanderson, Camila Nunes, Eliza, Luziane, Reginaldo, Yara, Pedro Arthur, Tia Cida, Tio Joel, Tio Preto, Tia Andressa, Lays, Izabel, Kamilly, Tia Eliane, Mayara, Tia Arlete, Anete, Elopisa, Fernanda, Tamires, Madrinha, Edvaldo, Lia, Edílson, Tio Zé Elias, Zé Antônio, Conceição, Juninho Gatão, Canela, Ellen, Tia Sheila, Matheus, Aparecida, Tia Ola, Tio Jovane, Neide, Ana Miranda, Juninho e Renatinha, Roseli, Eduardo, Maria Cláudia.



Me desculpe se minha memória me fez esquecer alguém agora. Mas foram visitas de muito amor e carinho, força e fé. Oramos, rimos, sonhamos... Tive até solo de violino da minha amiga Mery! Ganhei livros, terços, imagens, cartões... E dia 8/12, feriado em Guarapari, o hospital se viu doido! Foram 32 visitas!


Agradecimentos
Agradeço primeiro a DEUS pelo dom da vida. À todos que oraram e fizeram correntes de fé. Minha comunidade Santa Clara, comunidade Matrz São Pedro e toda  Igreja Católica de Guarapari. À banda Tronus que nunca parou de cantar. À Geração de Adoradores, ao EJC, e ao JÁ! (obrigado por me ligarem em todas as reuniões! Chorava muito, de saudades e felicidade!), aos Grupos de Oração, às outras igrejas que oraram por mim, como a Metodista Wesleyana, a 1ª Igreja Batista e a Igreja Presbiteriana. À todos que fizeram novenas, adorações, terços... Aos médicos, enfermeiros e todos os funcionários do CIAS., em especial Dr. Márcio Martins, Dr. Marcos Saleme, Dr.  Eumann. A todos que oraram por mim. à Dra. Edelweiss e Dra. Cinthia. E à minha linda família! Que Deus abençoe à todos!



E sabe aquela música que aprendi no momento em que tudo começou, lá no EJC? Pois bem, tentava lembrar ela e sempre faltavam algumas palavras. Mas foram tantas pessoas cantando ela nos corredores do hospital que lembrei dela toda. Foi a mensagem que DEUS havia mandado pra mim. E realmente, suas promessas então se cumprindo. Hoje estou bem, recuperei os 25kg (mais alguns quilinhos também.. rsrs) que perdi e hoje estou no meu tratamento quimioterápico!

Obrigado à todos!





*E ao JÁ!, em especial, vocês são uma das bases hoje, uma das rochas que eu me apoio. Obrigado por sonharem junto comigo! E vamos deixar cada dia mais JESUS colorir nossas vidas!

Raphael Brambati
raphaelbrambati@hotmail.com







DEUS DE PROMESSAS



Raphael Brambati
Grupo de Jovens Juventude Ativa! - Paróquia São José
Encontro de Jovens com Cristo - Paróquia São Pedro
Vocalista da Banda Tronus
Colaborador do juventudeativa.com