Juventude ativa!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

PAPO JOVEM: Irmãs Unidas: Santas Clara e Inês de Assis

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Irmãs Unidas: Santas Clara e Inês de Assis

Clara

Clara queria ser freira, mas seu pai, que já era muito rico, queria casá-la com alguém que aumentasse a fortuna da família. Clara, com a permissão da mãe e consentimento do Bispo foge de casa numa madrugada estrelada, para a igrejinha de São Damião, onde Francisco lhe corta o cabelo, sinal de consagração a Deus.

Inês

Clara tinha uma irmã mais moça de quatorze anos, de nome Inês. Esta, não suportando a separação e animada por Clara que orava por ela, poucos dias depois, abandonou também a casa e fugiu para o convento de Santo Ângelo das irmãs Beneditinas, onde Clara estava hospedada até conseguir um convento próprio.

Doze homens fortes e bem armados, comandados pelo tio Monaldo, receberam ordens do pai das moças para trazer ao menos Inês de volta, ainda que por meios violentos. Diante daquela demonstração de força, as freiras de Santo Ângelo decidiram mandar a jovem embora.

E agora?

Inês, não aceitou ir, arrastada pelos cabelos e espancada com brutalidade, ela gritava, pedindo socorro a Clara que rezava, invocando ajuda de Deus. De súbito, o corpo de Inês torno-se pesado e rígido como um bloco de pedra. Os doze robustos homens esforçam-se por arrastá-la. Tomado de fúria, o tio tentou esmagar-lhe a cabeça com suas luvas de ferro, mas fica com o braço paralisado no ar. Clara, então, aproximo-se, tomou sua irmã toda esfolada, semimorta, no colo e a levou para dentro do convento. Que coragem! Você lutaria assim por sua vocação?

Anos depois, outra irmã de Clara e Inês, a Beatriz foi juntar-se a elas no convento. E após a morte do pai, as três irmãs receberam também a mãe no convento das Clarissas, em consideração a primeira das seguidoras de São Francisco: Santa Clara de Assis.

De onde veio a força de Clara e Inês? Pequenas, delicadas, jovens, frágeis… e venceram um exército! De onde vinha a força de Clara e Inês de Assis? Do Espírito Santo de Deus, peça a Ele a força que você precisa para permanecer fiel a Jesus.

terça-feira, 30 de julho de 2013

PAPO JOVEM: Por que temos tanto medo de ser felizes?

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Por que temos tanto medo de ser felizes?


Encontrar a felicidade não é o mais difícil. O difícil é optarmos por ela. Vivemos pedindo pra Deus que realize nossos sonhos para que possamos ser mais felizes, mas esquecemos que Ele é o autor da nossa estória e confiamos pouco no que ele nos oferece.


E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus. E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas. E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser. E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes. Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E, encheram-nas até em cima. E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram. E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo, e disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho. Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele. (João 2:1-11)


O primeiro milagre de Jesus ocorreu em um momento que havia acabado o vinho de uma festa de casamento, que ali representava a alegria das pessoas que comemoravam uma união conjugal. Jesus ao transformar a água em vinho, trás de volta a alegria das pessoas que estavam alí para festejar, e é isso que ele pretende fazer na nossa vida, ele quer transformar a nossa vida triste representada pela água, em alegria, representada pelo vinho. Não existe motivo para vivermos na tristeza se o próprio Deus quer nos trazer a felicidade, então: por que nós hesitamos em aceitá-la? A resposta é bem clara: MEDO DA MUDANÇA! Apesar de querermos uma transformação para melhor tememos que a obra de Deus não nos agrade, uma grande besteira. Todos que provaram do vinho produzido pelo milagre de Jesus puderam perceber o quão bom era aquela bebida, muito melhor que a que era servida anteriormente, e assim também é a nossa mudança por Jesus, quando a provarmos perceberemos o tanto que ela é melhor para nós. A única coisa que devemos fazer é obedecer a vontade de Deus, como fizeram os serventes cumprindo o que Jesus pediu.

Apesar do caminho da felicidade então ser simplesmente ouvir a vontade de Deus, nos deparamos com um outro problema, como ouvi-la? As respostas estão nos detalhes que somente um coração cheio do Espirito Santo é capaz de perceber. Enchemos nossos corações do Espírito procurando estar junto dele por meio de orações, da comunhão, da confissão.

A ausência dessa intimidade com o Espírito Santo é que nos faz pedir tanto a felicidade e deixá-la escapar pelas nossas mãos. Quantos de nós não pedimos tanto para que nossos relacionamentos amorosos sejam corrigidos, pedimos que sejamos felizes no namoro, que paremos de sofrer por aquela pessoa amada, ou para que a pessoa certa apareça na nossa vida? Pedimos muito, mas não reparamos no que Deus vem preparando para nós, não percebemos que muitas das nossas decepções na verdade são a revelação de Deus de que devemos mudar nossas condutas ou até mesmo que aquela pessoa não é a certa para nós. As vezes pedimos tanto para que Deus concerte nossos namoros, porque nossas namoradas ou namorados não são aquilo que queríamos e pedimos grandes mudanças para aquela pessoa. Mas, às vezes Deus coloca as pessoas certas bem ao nosso lado, nos fazendo bem, e pelo medo da mudança continuamos com a pessoa errada e deixamos a certa passar. 

Conheço tanta gente que perde a pessoa certa por um complexo de inferioridade em pensar que não é digno da outra, tudo isso por falta de um coração cheio do espírito.
E quando se trata da nossa família? Nossos pais? Porquê muitos jovens não são felizes em sua casa? O seu pai e a sua mãe tem muitos problemas pra enfrentar, e as vezes a vida pode deixar neles um coração mais resistente que muitas vezes vai impedir de expressar o amor por você, e aí entendemos isso de uma forma bem diferente, vemos por uma carência como se fosse falta de amor e de valor por nós. Mas, sem dúvidas consiste em um grande engano porque o amor deles é reflexo do amor de Deus, então com certeza eles te amam muito, de uma forma inimaginável. Talvez eles consigam fazer isso de uma forma mais fácil com outras pessoas que não seja você, talvez expressem melhor em seus irmãos ou amigos, então é o jovem com o coração no Espírito Santo que deve fazer essa mudança para ser feliz com a sua família. Quando nosso comportamento revela a vontade de ser feliz e de amar intensamente nossa família aqueles que estão ao nosso redor serão tocados. Quando exalamos carinho, paciência e atenção com os nossos pais, mesmo que seja de forma pouco correspondida, funcionará como o mais potente “amolecedor de corações”. Nós devemos ser a mudança que queremos ver em nossa casa, se queremos que a felicidade chegue lá, devemos levá-la.

A felicidade não é um sentimento que se pode enganar. As vezes tentamos enganar a nós mesmo dizendo que somos felizes com coisas erradas, que o que vivemos é suficiente, mas o fato de não optarmos pelo caminho verdadeiro fará com que tudo isso se desmorone um dia. Todas aquelas lágrimas derramadas, quando você se viu de mãos atadas para realizar a sua felicidade, incapaz de dar sentido a sua vida que parecia sem razão precisam dar lugar agora a confiança em Deus. A felicidade que procuramos, o vinho que queremos na nossa vida será obtido pela ação daquele que tudo pode e que nos quer dar. 

Não podemos mais cultivar esse medo de se entregar a Deus, medo do que ele fará na minha vida, pois ele já garantiu que ele nos quer sorrindo. Seja feliz, seja de Deus!


Lucas Ramos

Por juventudeativa@hotmail.com

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

PALAVRA DA IGREJA: Dez conselhos de Bento XVI aos jovens

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Dez conselhos de Bento XVI aos jovens




1) Conversar com Deus
“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Durante estes dias (de Jornada Mundial da Juventude) podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.


2) Contar-lhe as penas e alegrias
“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o ‘direito de vos falar’ durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.


3) Não desconfiar de Cristo
“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso ‘sim’ ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à
perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”.


4) Estar alegres: querer ser santos

“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”.


5) Deus: tema de conversa com os amigos

“São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”.


6) No Domingo, ir à Missa
“Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente”.


7) Demonstrar que Deus não é triste
“Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não”.


8) Conhecer a fé
“Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura”.


9) Ajudar: ser útil
“Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes”.


10) Ler a Bíblia

“O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir.Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’”.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PAPO JOVEM: Ide e fazei discípulos entre todas as nações

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Ide e fazei discípulos entre todas as nações





"A Jornada Mundial da Juventude em Madrid renovou nos jovens o chamado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”.

Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto.

Para o padre Geraldo Dondici Vieira, diretor do Departamento de Teologia da PUC-Rio, esse é um lema para ser guardado no coração, refletido e meditado. “Esse tema, de fazer discípulos, de chamar outros discípulos para a comunhão e o convívio com o Senhor, é o tema mais querido do Evangelho de Mateus. Esse mandato, essa missão já está anunciada em todo o Evangelho. E, na verdade, só faz discípulo quem já é discípulo, quem convive com o Senhor”, afirmou o sacerdote.

Padre Dondici ressalta que esse testemunho e o próprio anúncio do Cristo, são grandes desafios pra juventude, que vive em um mundo plural, com milhares de informações, seja através das escolas, lazer, internet, especialmente no contato com as redes sociais, como o facebook, twitter: “Com essas mil participações, ele, jovem discípulo, é chamado a plantar no coração de quem ele encontrar, com quem ele se comunicar, o desejo de ser discípulo de Jesus”.

“O que ganha o discípulo de Jesus? Ganha a pertença ao reino, ganha a certeza do amor de Deus, ganha a certeza de ser para os outros sinal de misericórdia e de amor. Ganha o levar e doar a paz do Senhor. São esses frutos e dons que o mundo muito precisa. O perdão, a misericórdia, a paz é que irão diminuir na sociedade, no mundo de hoje, a violência, a guerra, a corrupção, a maldade, tudo aquilo que tira a possibilidade do jovem crescer e colocar toda a sua riqueza e vitalidade a serviço da humanidade”, afirmou.

“Vivemos em um mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas, por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor.

Na ocasião a catequese foi dedicada a JMJ 2011, que havia terminado no dia 21 do mesmo mês. Bento XVI recordou com carinho a participação e a alegria dos cerca de dois milhões de jovens em Madrid, ao que ele chamou de “uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz.”

Por isso é tão importante que os jovens do Brasil e do mundo assumam desde agora esse chamado à missão e participem da Jornada como testemunhas vivas do Cristo.

No mandato final do texto de Mateus – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” –, explicou o padre, está um grande sonho antropológico de todos, de que o contato com o Senhor, a amizade com Ele, desperte o que cada um tem de melhor em si mesmo.

O anúncio ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’ é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos fazer um intervalo dele, porque ele supõe que aquele que é amigo do Senhor, pela sua vida, pelo seu estar no mundo, comunique aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor.

Essa é a missão que a nossa Igreja precisa!


terça-feira, 31 de julho de 2012

LITURGIA: Vigiai e orai

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Vigiai e Orai



Mateus 13, 36-43:


Naquele tempo, Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”. 


A liturgia de hoje vem nos chamar à vigiar e orar! Vivemos num mundo que não é para nós, estamos no mundo, mas não somos do mundo! 

A oração nos fortificará contra as investidas do Maligno, contra o joio que está  no nosso dia a dia tentando destruir as boas sementes, perder os Filhos de Deus! 


Portanto, tanto Jesus como o diabo são semeadores. O Senhor semeia o bem, enquanto o inimigo semeia o mal. É como dissesse: “Se você pratica o bem, colhe o bem; se pratica o mal, colhe o mal”. Era a grande proposta de Deus para cada um de nós: o discernimento. Jesus não se propôs a separar o joio do trigo fora do tempo; nem o demônio. Ambos estavam fazendo a sua parte: semeando.


Deus deseja que saibamos viver na busca do discernimento. Se o conseguirmos, estaremos preparados para a colheita. Jesus quis, pois, alertar para o seguinte: “O diabo está fazendo o mesmo que faço: semeando; se vocês souberem discernir o bem do mal e tiverem força para seguir o bem, no final, quando Deus vier julgar – e só Ele tem o poder de separar o bem do mal – vocês estarão preparados para participar do Reino do Pai”.


A colheita será uma só. Tanto se colhe bem o trigo como o joio; tanto se faz uso do trigo como do joio, embora tenham sentidos diametralmente opostos. O importante é sabermos de que lado estamos nos posicionando. Devemos passar por esta vida dialogando sempre com Deus, pedindo, procurando, exercendo a experiência do discernimento, questionando-o: “Deus, eu não entendi! O que está acontecendo? Explique-me! Jesus, vamos conversar? Hoje, quero Lhe escutar”.


O senhor quer nos dizer: “Tenham o discernimento para viver num reino que não é de Deus. Saibam passar por isto com astúcia e sabedoria, para depois encontrarem, realmente, o Reino do Pai”.


Deus quer que Seu Reino venha e substitua o que está aqui. Não se fortalece nem se cria dois reinos no mesmo local. Dialogue com Deus para que Ele possa lhe falar essas coisas.


Para que tenha discernimento, tenha amor nas palavras, firmeza no momento de responder determinadas coisas como provocações e questionamentos em sua vida. Em suas orações, sempre peça a Deus: “Meu Senhor, eu quero ter a capacidade de estar ao Seu lado, contado entre o trigo e não entre o joio. Dai-me esta graça, Senhor: eu quero ser trigo. Que as pressões dos filhos do maligno jamais sejam suficientemente fortes para me levar a renunciar a minha condição de filho do Reino. Quero estar sempre a Seu serviço. Amém”.



Padre Bantu Mendonça
(adaptado por Bianca Marchezi)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

PAPO JOVEM: Buscai as coisas do alto!

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Buscai as coisas do alto!


"Não te detenhas na planície, significa não se agarrar às coisas pequenas, não perder tempo com coisas insignificantes, não se deixar abater pelos problemas e pelas dificuldades. Muitas e muitas vezes, fazemos uma tempestade em copo d' água e, às vezes, o copo está só pela metade.

Por causa do pecado, tendemos a ficar parados nas planícies da vida. Na hora da enchente, porém, a planície é o primeiro lugar que se alaga.

Quando ficamos presos às pequenas coisas do cotidiano, não caminhamos em direção aos grandes objetivos da vida, não progredimos na vida. Deter-se na planície é permanecer cultivando pequenas mágoas e ressentimentos.

Um grande segredo para a felicidade: não olhar para trás. O passado, por melhor ou pior que tenha sido, não volta. Como a planície que se alaga, nossa vida também acaba sendo alagada pelos problemas, quando damos a eles importância maior do que realmente têm.

Além de não olhar para trás é preciso não se deter, não parar, não estacionar. A vida é dinâmica.


O Espírito Santo é movimento.

O ser humano é inacabado. O mundo não está completo e pronto. Deus nos confiou seu aperfeiçoamento. Triste de quem acha que já atingiu sua meta.

A moderna ciência de administração de empresas hoje sabe que uma das causas que pode provocar a falência de uma organização é o êxito. A empresa começa a falir quando se acha a melhor, quando acredita ter atingido seus objetivos. A ideia do êxito causa acomodação. E a acomodação acaba com empresas, casamentos e comunidades.

Outro grande perigo é a preguiça, que gera a falta de garra. No mundo das coisas fáceis, criamos pessoas enfraquecidas, sem determinação, sem coragem para lutar, sem garra e sem uma meta na vida.

As pessoas procuram emprego, mas não querem trabalho. Quanto mais fácil, melhor. Só que isso acaba transformando o ser humano num fantoche, sem vontade, sem espírito de luta. Quem deixa levar pela lei do menor esforço acabará se decepcionando, pois a vida é dura, principalmente, com quem é mole.

A vida é como andar de bicicleta: se parar, cai, pois o equilíbrio vem do pedalar. É bom observar que a bicicleta tem duas rodas e um guidão, ou seja, o equilíbrio depende também de uma direção bem determinada. Quem não tem uma meta facilmente se cansa. É preciso saber para onde ir e ser persistente nessa direção.

Quem estaciona na planície, além de ver apenas o lado negativo de tudo, enxerga com lente de aumento. É preciso lutar com garra para se conquistar o Reino.

O Reino deve ser a nossa grande meta. Quem não tem uma meta definida pára em qualquer obstáculo. Quem sabe para onde vai, e o porquê de sua caminhada, não chega a lugar nenhum. O mesmo ocorre com quem persegue duas metas ao mesmo tempo: não atingirá uma e a outra se perderá. A acomodação gera isolamento.

O acomodado não consegue viver em comunidade, ele vive na comodidade. Quem não tem ideal deixa-se levar por qualquer coisa. Comodidade gesta pessoas fechadas em si mesmas.

Não existe relacionamento sem conflitos. É preciso superar os conflitos, achar soluções por meio do diálogo, da partilha. Um precisa ceder. Ninguém pode se considerar o dono da verdade. Afinal de contas, a verdade nunca é relativa e nem subjetiva. Não existe "a minha verdade”.

A vida dinâmica. Quem não aprendeu a superar seus problemas não conseguirá viver em sociedade, não se conseguirá manter um bom emprego, não saberá partilhar sua vida e sua fé numa comunidade.

A acomodação é uma das conquistas do encardido. Seu grande projeto é fazer com que o ser humano pense pequeno, fraco, dependente de coisas e de pessoas, de cargos e de posições sociais.

O ser humano é chamado a ser grande. No projeto de Deus, o ser humano foi criado para ser o senhor da natureza e de todas as coisas desse mundo.

Deus nos criou parceiros. É preciso se convencer da necessidade de multiplicar os talentos. Multiplicar. É a conta que Deus melhor sabe fazer. Deus sempre une nossos esforços com as suas graças. Quando a graça de Deus se encontra com um espírito puro e batalhador, os milagres acontecem. Quem não multiplica seus dons acabará perdendo tudo. É preciso frutificar os dons. Não podemos nos acomodar, nunca.

Não há desculpas para quem não frutifica seus dons.

A vida não tem pena de quem não luta. Se nos acomodamos, tornamo-nos pessoas desanimadas, acostumadas às coisas fáceis, sem espírito de luta. A vida não é fácil.

O ser humano nasceu para se superar e superar os obstáculos.

Quem não partilha seus dons acaba morrendo de fome na miséria.

É preciso aprender a partilhar. Quem só pensa em si resta somente a estagnação. Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que cura, que restaura e transforma sua história". 


Padre Léo






sexta-feira, 13 de julho de 2012

PAPO JOVEM: Castidade: sem ela não se alcança a firmeza

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Castidade: sem ela não se alcança a firmeza


Tenho recebido muitos e-mails de jovens que me perguntam como viver a castidade no namoro; como vencer o vício da masturbação, entre outros. Certamente para o jovem cristão hoje, no meio deste mundo erotizado, viver a castidade é uma conquista heroica; pois tudo o convida a manter vida sexual antes do casamento. Os filmes pornográfico são abundantes nas locadoras, nos canais de TV por assinatura; as músicas estão repletas de letras excitantes; os rebolados indecorosos de moças seminuas na TV, etc., lançam pólvora no sangue dos rapazes e das moças.

Então, para viver na castidade hoje, como Deus manda no Sexto Mandamento (Não pecar contra a castidade), o jovem precisa ter muito amor ao Senhor. Só trocamos um amor por outro maior, diz o ditado. Só o amor a Jesus Crucificado por nós poderá ser para o jovem de hoje um forte motivo para ele ser casto e aceitar o que o Papa Bento XVI tem chamado de “martírio da ridicularização”, diante dos que zombam de nossa fé.

A gravidade do pecado da impureza, luxúria, é que com ele se mancha o Corpo de Cristo. “Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (I Cor 12,27). “Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (I Cor 6,15). “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Cor 6,18). São Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo: “O corpo, porém não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo” (I Cor 6,20).

Jovem, se você quer viver a castidade, então, antes de tudo, precisa saber o seu valor; para isso escrevi um livro "O BRILHO DA CASTIDADE", mostrando toda a sua importância e beleza. Quanto mais for difícil vivê-la, tanto mais bela e mais importante ela será. Vejo o jovem casto hoje como aquele lírio branco que nasce no meio da podridão do lodo. Serão esses jovens que sustentarão a civilização que hoje desliza para o abismo. Para haver a castidade nos nossos atos é preciso que antes ela exista em nossos pensamentos e palavras. Jamais será casto aquele que permitir que os seus pensamentos, olhos e ouvidos vagueiem pelo mundo do erotismo. É por não observar esta regra que a maioria pensa ser impossível viver a castidade. Não se iluda. Não brinque com fogo!

“A castidade é a virtude que nos eleva da natureza humana à natureza angélica”, afirmou o santo Padre Pio de Pietrelcina. Victor Hugo disse que: “A mais forte de todas as forças é o coração puro”. O Papa Bento XVI, no Campo de Marte, São Paulo, em 11/05/2005, declarou aos jovens: “É preciso dizer 'não' àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento”.

Jesus proclamou no Sermão da Montanha: “Bem-aventurados os de coração puro porque verão a Deus”. “Para o homem de coração puro, tudo se transforma em mensagem divina”, disse São João da Cruz, doutor da Igreja espanhol. Santo Efrém, também doutor da Igreja, ensinava que a castidade nos faz semelhantes aos anjos. Enfim, a castidade é uma virtude dos fortes que se dominam. Paul Claudel disse que “a juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio”.

O Mahatma Gandhi, libertador da Índia, que não era católico, afirmou: “A castidade não é uma cultura de estufa […]. A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária. A vida sem castidade me parece vazia e animalesca. Um homem entregue aos prazeres perde o seu vigor e vive cheio de medo. A mente daquele que segue as paixões baixas é incapaz de qualquer grande esforço. Deus não pode ser compreendido por quem não é puro de coração”. (Toschi Tomás, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo três, SP, 1977, pg. 105s).

Uma vida lutando pela castidade dá ao jovem o autodomínio sobre as paixões e as más inclinações do coração e o prepara, com têmpera de aço, para ser um verdadeiro homem, e não um frangalho humano que se verga ao sabor dos ventos das paixões, da influência da mídia e dos cantos das sereias deste mundo. Eu entendi que a castidade é o esteio que sustenta o equilíbrio de um homem. Os homens e mulheres casados traem seus cônjuges porque não souberam exercitar a força de vontade na luta da castidade. Um casamento forte só pode existir quando ambos aprenderam a se dominar no namoro e no noivado. Mais importante que dominar uma cidade é dominar-se a si mesmo, diz o livro dos Provérbios.

Por tudo isso, jovem cristão, não desanime nem desista de lutar; cada um de nós tem a sua cruz nesta vida; mas com a graça de Deus é possível carregá-la até onde Ele quer. Tenha uma vida de “vigilância e oração”, como Jesus mandou; esse é o grande remédio para não pecar. Não se entregue a maus pensamentos eróticos nem aos filmes, revistas e coisas do tipo; fuja disso heroicamente. Suplique sempre a graça de Deus. Consagre-se todos os dias a Nossa Senhora e peça sua ajuda. Participe da Missa e da comunhão sempre que puder, e se confesse sempre que pecar, para ter forças de não cair novamente.

Jamais dê ouvidos a quem lhe disser que “a masturbação não é pecado”, e que o sexo no namoro também não o é; pois o Catecismo da Igreja Católica afirma a desordem existente nessa prática. Ainda que você caia, se continuar a lutar, se continuar a dizer "não" ao pecado no seu coração, levante-se, confesse-se com um sacerdote e continue sua luta e sua caminhada. Não importam quantas vezes você cai; importa que se levante. Jesus sabe que você está numa guerra e que numa guerra, às vezes, o soldado pode cair e ser até baleado, mas nem por isso deve desistir de lutar.

Muitos são os psicólogos não cristãos, e também outros “orientadores”, e a mídia de modo geral, que induzem o jovem à masturbação, ao relacionamento sexual no namoro e fora dele, etc. O namoro não existe para que vocês conheçam os seus corpos, mas sim as suas almas. Alguns querem se permitir um grau de intimidade “seguro”, isto é, até que o “sinal vermelho seja aceso”; aí está um grave engano. Quase sempre o sinal vermelho é ultrapassado e, muitas vezes, acontece o que não deve. Quantas namoradas grávidas…

Um namoro puro só será possível com a graça de Deus, com a oração, com a vigilância e, sobretudo quando os dois quiserem se preservar um para o outro. Será preciso, então, evitar todas as ocasiões que possam facilitar um relacionamento mais íntimo. O provérbio diz que “a ocasião faz o ladrão”, e que, “quem brinca com o perigo nele perecerá”. É você quem decide o que quer.

O jovem casto é hoje a esperança de Deus e da Igreja para renovar esse mundo apodrecido pelo pecado do sexo desregrado, que profana a mais sagrada criatura, templo do Espírito Santo. São Paulo diz que: “de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo colherá” (Gl 6,7); a castidade que o jovem semear na juventude será transformada em frutos doces na sua futura vida familiar.


Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com


PAPO JOVEM: Eis-me aqui Senhor!

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"Eis-me aqui Senhor!"


Após o chamado dos doze apóstolos, Jesus os envia em missão, fazendo-lhes várias recomendações.

A primeira recomendação é a de que o Reino do Céu está próximo. Portanto, todo mundo – inteirando-se da sua aproximação – tem de estar de sobreaviso. É preciso que os apóstolos participem do ministério do Mestre: “Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios”. 

Eles devem continuar a missão de Jesus: dar vida, devolver a liberdade e resgatar a dignidade das pessoas oprimidas. 

Todos somos convocados a anunciar o Reino dos Céus. Mas, muitas vezes, nos falta a coragem de sair de nós mesmos para anunciar. Peçamos a Ele que envie muitos e santos sacerdotes. Muitos JOVENS SARADOS, CHAMADOS A PROFETIZAR, a espalhar o grande amor que Deus tem por nós. 

Não nos preocupemos com o que haveremos de receber em troca. 

Hoje a Igreja louva a Deus pela vida e missão do arcebispo emérito do Rio de Janeiro, Cardeal Eugênio de Araújo Sales, que faleceu nesta segunda, dia 09.

Ainda em vida escreveu seu testamento particular: “Dirijo-me em primeiro lugar a Deus, a quem me entrego inteira e absolutamente. Consagrei-me à Igreja e renovo essa doação integral. Nunca me arrependi de tê-la feito. Tudo que escrevi, disse e ensinei fica submetido ao Magistério Eclesiástico. Deverá ser corrigido, em caso de discrepância da minha parte. Reafirmo minha Fé Católica. Creio em tudo que a Igreja ensina e como ela o ensina. Proclamo a plena aceitação do Mistério da Trindade, da Encarnação, Redenção e demais, que são parte do conteúdo de nossa Doutrina. Quero morrer sempre fiel ao Papa, Sucessor de Pedro. Não levo mágoas. Peço perdão a quem ofendi. Procurarei reparar os sofrimentos com minhas orações. Aceito plenamente a vontade de Deus. (...) Manifesto profunda gratidão à minha Família, às Arquidioceses de Natal, Salvador e Rio de Janeiro. Aos benfeitores que me ajudaram a procurar ser sempre um bom Padre e Bispo. No céu, onde espero ser acolhido por meu Pai, o Senhor Jesus e Maria, procurarei retribuir tudo o que recebi (...)” 

São muitos os exemplos de servos fiéis que se entregaram ao evangelho de Cristo! Sejamos nós também servos fiéis capazes de promover uma revolução nos corações de todos, especialmente, dos jovens de nosso país!!! 

Por isso, rezemos juntos: “Senhor Jesus, ensinai-nos a sermos generoso, a servir-Te como Tu mereces, a dar-nos sem medidas e a gastar-nos sem esperar outra recompensa, senão saber que façamos a Tua vontade santa. Amém”. 


Padre Bantu Mendonça
(adaptado por Bianca Marchezi). 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

PAPO JOVEM: Zapeie com moderação

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papojovem

Zapeie com moderação

imageZapear é o ato de trocar constantemente de canal com o objetivo de encontrar a melhor programação ou atração - é assim que os especialistas definem esse atividade que já virou parte da rotina diária dos jovens de hoje.

E quanto mais Zapeamos, menos conteúdo útil a gente acha, porque o programa que dá audiência, não é o que dá conhecimento. A grande massa só quer consumir programação que tenha insinuação de sexo, palavrões, brigas e confusões e é isso que as emissoras “preocupadas com o bem estar do público” produzem para empurrar em cima da audiência. Todo tipo de conteúdo de qualidade é deixado de lado em nome do “entretenimento barato”.

É só da uma zapeada rápida para ver que a programação da tv só tem uma preocupação: Dar lucro. Enquanto o público tiver preguiça de pensar, a programação sempre será feita subestimando a inteligência do público.

MENSAGEM: todos verão

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mensagem

todos verão

Pensa rápido! O que é importante para você no verão? (tempo para pensar)

Independente do que você respondeu, espero que você esteja realmente se divertindo com isso porque parece que tem gente que se preocupa tanto em estar adequado aos padrões da “sua galera” que acaba esquecendo o que é importante para si mesmo.

Convivência com os amigos, respeito próprio e muita diversão são itens importantes para um bom verão e não podemos esquecer, é claro, que Deus é Deus o ano inteiro. Então Cristão é cristão o ano inteiro também.

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